Com que frequência deve desparasitar um cão

A desparasitação é um dos pilares básicos no cuidado da saúde do seu patudo. Embora possa parecer um gesto rotineiro, tem um impacto direto não só no seu bem-estar, mas também no de todo o seu entorno.

Pulgas, carraças, vermes ou mosquitos nem sempre são visíveis… mas podem estar presentes. Por isso, manter um plano adequado de desparasitação é essencial para prevenir problemas antes que apareçam.

Se se pergunta com que frequência deve fazê-lo, a resposta não é única, mas existem recomendações que ajudam a protegê-lo ao longo de todo o ano.

Desparasitação interna e externa: dois cuidados essenciais

Antes de falar da frequência, é importante distinguir dois tipos de desparasitação:

  • Desparasitação interna: elimina parasitas que vivem no interior do organismo, como nemátodes (vermes) ou céstodes (ténias). Podem afetar o sistema digestivo, causar perda de peso, diarreia ou passar despercebidos durante algum tempo.
  • Desparasitação externa: atua contra parasitas que se alojam na pele ou no pelo, como pulgas, carraças, piolhos ou mosquitos. Para além de incómodos, alguns são transmissores de doenças importantes.

Ambas são complementares e necessárias para uma proteção completa.

Com que frequência desparasitar

Desparasitação interna

De forma geral, recomenda-se a cada 3–4 meses em cães adultos. No entanto, pode variar consoante:

  • Idade (os cachorros precisam de maior frequência)
  • Estilo de vida (contacto com outros animais ou ambientes exteriores)
  • Convivência (casas com vários animais ou crianças)
  • Zona geográfica

Por isso, é importante adaptar o plano a cada caso e seguir sempre as recomendações do veterinário.

Desparasitação externa

Aqui, a abordagem deve ser preventiva e contínua. Embora pulgas, carraças e mosquitos sejam mais comuns em meses quentes, podem estar presentes todo o ano.

As opções mais comuns são:

  • Pipetas: aplicação mensal
  • Coleiras antiparasitárias: proteção prolongada (vários meses)

O ideal é não interromper a proteção, mesmo no inverno.

Riscos de não desparasitar corretamente

Os parasitas não causam apenas desconforto, podem trazer consequências sérias:

  • Irritações, comichão e dermatites
  • Infeções cutâneas secundárias
  • Problemas digestivos, diarreia ou perda de peso
  • Transmissão de doenças como a leishmaniose
  • Risco zoonótico (transmissão para humanos)

A prevenção é sempre a melhor solução.

Repelentes naturais antiparasitários

Pode proteger o seu pet durante todo o ano com a gama de repelentes naturais Vitakraft. Elaborados com extrato natural de margosa (Neem), um óleo essencial com propriedades repelentes, estão disponíveis em coleira e pipeta, tanto para cães como para gatos.

Proporcionam uma ação combinada com eficácia contra parasitas externos até 3 meses.

Proteção para o seu cão

  • Coleira antiparasitária Atua de forma progressiva, libertando princípios ativos pelo pelo:
  • Extrato de margosa (Neem)
  • Óleo de lavanda, com efeito calmante

Pipetas antiparasitárias
Fáceis de aplicar e ideais para reforçar a proteção:

  • Extrato de margosa (Neem)
  • Chrysanthemum cinerariaefolium, com ação repelente contra pulgas, carraças e mosquitos

Disponíveis por tamanho e com efeito completo em cerca de 48 horas.

Proteção para o seu gato

A gama inclui soluções adaptadas às necessidades dos gatos, em ambos os formatos. A proteção atinge o seu nível ideal de forma progressiva em cerca de 48 horas.

Como escolher a melhor opção

Não existe uma solução única para todos os cães. Deve ter em conta:

  • Nível de atividade e exposição ao exterior
  • Época do ano
  • Sensibilidade a produtos
  • Recomendações do veterinário

Em alguns casos, combinar formatos (como coleira + pipeta em períodos de maior risco) pode aumentar a eficácia. Ainda assim, o aconselhamento do veterinário será sempre a melhor escolha.